Evento reuniu a direção do SIndiextra e jornalistas, no Automóvel Clube
O Automóvel Clube, em Belo Horizonte, foi o local escolhido para a confraternização do Sindicato da Indústria Mineral do Estado de Minas Gerais (Sindiextra) com a imprensa mineira.
O evento, realizado no dia 28 de novembro, reuniu jornalistas, profissionais de comunicação e convidados que contribuíram, de alguma maneira, para a trajetória do sindicato ao longo de 2025.
Na ocasião, Gustavo Lanna, presidente do Conselho Deliberativo do sindicato, e Luís Márcio Vianna, presidente da instituição, receberam os presentes com uma calorosa acolhida.
Premiação é entregue há 41 anos pela revista Brasil Mineral.
Oito empresas de mineração e três personalidades do setor mineral receberam nesta terça, 25, no auditório da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), os prêmios Personalidade do Ano do Setor Mineral, Pioneiros da Mineração e Empresas Destaque, concedidos há 41 anos pela revista Brasil Mineral.
As empresas vencedoras foram:
Pesquisa/Prospecção Mineral Médio Porte – Bravo Mining
Pesquisa/Prospecção Mineral Grande Porte – Bemisa
ESG Médio Porte – Aura Borborema
ESG Grande Porte – Anglo American
Inovação e Tecnologia Médio Porte – Boston Metal do Brasil
Inovação e Tecnologia Grande Porte – Vale
Crescimento Médio Porte – Aura Minerals
Crescimento Grande Porte – Vale
As personalidades homenageadas foram o geólogo Elmer Prata Salomão e os empresários Augusto Trajano de Azevedo Antunes (in memorian) e Luís Maurício Azevedo. Elmer e Augusto Trajano receberam homenagem como Pioneiros da Mineração. Luís Maurício Azevedo, CEO da Bravo Mining e presidente da Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa Mineral e Mineração (ABPM), recebeu o prêmio Personalidade do Ano do Setor Mineral 2025.
Leia a matéria completa no site da revista Brasil Mineral: em https://bit.ly/49NJHRD
Lanna quer alinhar a forma de comunicar a mineração à sociedade e aos órgãos públicos
O recém-empossado presidente do Conselho Deliberativo do Sindiextra – Sindicato da Indústria Mineral do Estado de Minas Gerais, Gustavo Lanna, anunciou que sua prioridade à frente da instituição será a elaboração de um Plano Estratégico para nortear as ações do Sindicato nos próximos anos.
O plano terá como objetivo central fortalecer a defesa e a importância da mineração em Minas Gerais, promovendo a união e a integração dos diversos segmentos que compõem o setor no Estado.
Para Lanna, o grande desafio da mineração hoje é alcançar um alinhamento na forma de se comunicar com a sociedade e com os órgãos públicos.
“Cada empresa tem seus projetos, desafios e investimentos, mas muitas vezes essas iniciativas são conduzidas de maneira desarticulada em relação às estratégias do setor como um todo. Precisamos construir uma comunicação mais unificada e coerente, que traduza com clareza a importância e a responsabilidade do trabalho desenvolvido pela mineração”, destacou.
Em suas primeiras semanas de gestão, o presidente tem se reunido com representantes das empresas associadas ao Sindiextra para conhecer de perto a realidade e as demandas específicas de cada segmento. A partir dessas conversas, ele pretende consolidar as propostas em um documento estratégico unificado, que orientará o posicionamento institucional e as ações do Conselho Deliberativo.
Lanna também reforça a importância de fortalecer a atuação da mineração em parceria com o poder público e com as comunidades locais, de forma colaborativa e transparente.
“A mineração deve assumir as responsabilidades que são próprias da sua presença e atuação nos territórios, mas é essencial que os órgãos públicos e os municípios participem desse processo, assumindo igualmente suas atribuições. Quando cada parte cumpre seu papel e atua de forma integrada, conseguimos mostrar à sociedade os resultados concretos e os benefícios construídos em conjunto”, afirmou.
O novo presidente ressalta que o momento é de diálogo, integração e construção coletiva, reafirmando o compromisso do Sindiextra com a representatividade, a transparência e o fortalecimento sustentável da mineração mineira.
A AngloGold Ashanti acaba de renovar a certificação do Guia do Ouro Responsável (LBMA Responsible Gold Guidance), concedida pela London Bullion Market Association (LBMA). A empresa é a única mineradora do Brasil a contar com esse reconhecimento, que atesta que o ouro produzido segue práticas responsáveis em todas as etapas, desde a lavra até o mercado.
A auditoria anual assegura que as operações da AngloGold Ashanti estão em conformidade com rigorosos padrões internacionais, garantindo rastreabilidade do ouro desde a sua origem, a qualidade do produto e o respeito aos direitos humanos em toda a cadeia produtiva. O selo reforça o compromisso da companhia com a mineração responsável, pautada em segurança, governança e sustentabilidade.
Sempre que se pensa em mineração, ouro e minério de ferro logo vêm à cabeça, especialmente em Minas Gerais, cuja história está muito ligada a aos dois elementos. O estado, porém, também é rico em jazidas de minerais presente não nos objetos, mas em algo indispensável à vida humana: os alimentos. Não fossem minerais como potássio e fósforo, componentes da conhecida fórmula fertilizante NPK, utilizada por agricultores, a produção mundial de alimentos seria bem menor.
Em Minas, as principais jazidas de minerais usados na produção de fertilizantes estão localizadas no Oeste do estado, em cidades como Araxá, São Gotardo e Serra do Salitre. As reservas araxaenses são operadas pela Mosaic, enquanto a Verde Agritech e a EuroChem Salitre atuam, respectivamente, em São Gotardo e Serra do Salitre.
A Cedro Mineração iniciou um projeto piloto em conjunto com a Gás Verde, maior produtora de biometano da América Latina, para reduzir o impacto ambiental no transporte de minério de ferro. Durante o mês de outubro, um caminhão movido a Gás Natural Veicular (GNV) circula no trajeto entre Mariana e o Terminal Fazendão da Vale. As emissões são neutralizadas por meio do Certificado de Garantia de Origem do Biometano (CGOB), emitido pela parceira.
A estimativa é que a adoção desse modelo ao longo de um ano compense aproximadamente 11 mil toneladas de CO₂, número equivalente ao plantio de mais de 72 mil árvores. A substituição gradual da frota a diesel por veículos abastecidos com combustíveis mais limpos pode reduzir até 99% das emissões.
O Sistema Minas-Rio, empreendimento de minério de ferro premium da Anglo American no Brasil, conta desde o início de setembro com o Centro de Operações Remotas (COR). O novo espaço foi concebido para centralizar a operação e o monitoramento de equipamentos de mina. Inicialmente, o COR comandará, de forma remota, a operação de tratores de esteira teleoperados e perfuratrizes autônomas, com planos para incorporar outros equipamentos no futuro.
Leia a matéria completa no site da Anglo American: https://bit.ly/433Mhia
Os belos trabalhos das crocheteiras do município de Barão de Cocais, a Leste da Região Metropolitana de Belo Horizonte, foram para o palco do desfile do estilista Ronaldo Fraga, na São Paulo Fashion Week deste ano. O desfile foi um dos momentos mais emocionantes da temporada.
Inspirado em Milton Nascimento, o estilista apresentou a coleção Minas-Nascimento, uma celebração poética às montanhas, raízes e vozes de Minas Gerais. Entre as peças desfiladas, estavam criações feitas à mão pelas crocheteiras do coletivo Crochetai-vos, de Barão de Cocais (MG).
As crocheteiras participam do Programa Corredores e Rotas, iniciativa estruturante da Vale com execução da GKS Inteligência Territorial, que conecta comunidades, saberes e fazeres locais, impulsionando o desenvolvimento sustentável dos territórios por meio do turismo de experiência e da economia criativa.
Leia a matéria completa em: https://bit.ly/3WVFtiX
A Alcoa foi novamente reconhecida como uma das melhores empresas para trabalhar no Brasil, segundo o ranking nacional do Great Place to Work (GPTW). Pelo 5º ano consecutivo, a empresa – referência global na produção de alumínio - figura entre as 175 organizações mais bem avaliadas do país e, nesta edição, subiu seis posições, alcançando o 57º lugar na categoria nacional.
O resultado reflete o compromisso da Alcoa em promover um ambiente de trabalho pautado por confiança, respeito, desenvolvimento e diálogo constante com seus funcionários.
Leia a notícia completa em: https://bit.ly/3Ld5Kqo
Durante a solenidade, o engenheiro José Fernando Coura, que dá nome à unidade do Senai de São Gonçalo do Rio Abaixo, foi homenageado pela contribuição que deu à educação profissional na região. Foto: Divulgação
A prefeitura de São Gonçalo do Rio Abaixo, na região Central de Minas, e a Federação das Indústrias no Estado de Minas Gerais (Fiemg), inauguraram, na última sexta-feira (3), o Senai Lab, a unidade do Centro de Educação Profissional José Fernando Coura que irá oferecer cursos em nível médio de robótica, automação e operação de impressoras 3D, além dos já oferecidos na área de eletricidade.
Durante a solenidade, o engenheiro José Fernando Coura, que dá nome à unidade do Senai de São Gonçalo do Rio Abaixo, foi homenageado pela contribuição que deu à educação profissional na região. A unidade funciona há 15 anos na cidade.
Em sua fala, Fernando Coura destacou a importância das instalações que estavam sendo inauguradas, pelo impulso que darão à melhoria da qualificação dos jovens da região. Dessa forma, a nova unidade irá, segundo Coura, contribuir para que a indústria mineira cumpra sua missão de impulsionar o desenvolvimento econômico da região e do país. “Daqui dessa casa sairão os jovens que farão o Brasil do futuro”, afirmou o engenheiro.
Parceria renovada
O Senai Lab é fruto de uma parceria firmada entre a Prefeitura de São Gonçalo do Rio Abaixo e o Senai. A unidade utiliza metodologia de ensino desenvolvida no Instituto de Tecnologia de Massachussets, nos Estados Unidos, que é focado em projetos de inovação e na ampliação da capacidade dos alunos de solucionar problemas complexos e de trabalhar em equipe.
Parte dos recursos que permitiram a ampliação da unidade já existente em São Gonçalo do Rio Abaixo vieram do Fundo Municipal de Desenvolvimento Econômico, que é mantido com parte (15%) dos recursos que o município recebe mensalmente da Contribuição Financeira sobre a Exploração Mineral (CFEM).
Em São Gonçalo, está a mina de Brucutu, a segunda maior unidade da mineradora Vale fora de Carajás. Em setembro, a CFEM resultante de Brucutu representou para a prefeitura uma receita de R$ 22,6 milhões, a maior do Estado entre todos os municípios mineradores.
Desse total, R$ 3,39 milhões foram aportados pela prefeitura no fundo. Os recursos financiam a melhoria da infraestrutura da cidade e também projetos para a atração de novos investimentos, que, preferencialmente, não façam parte da cadeia produtiva da mineração. Ano passado, segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico de São Gonçalo, o fundo recebeu R$ 268 milhões.
Com os recursos do Fundo a prefeitura fez obras de infraestrutura, como a de construção do trevo de acesso à BR-381 e de implantação do distrito Industrial. Toda destinação de recursos do Fundo tem que ser aprovada pelo conselho do Fundo, no qual têm assento representantes da Prefeitura e de instituições da sociedade civil do município.
Se uma empresa pretende se instalar em São Gonçalo do Rio Abaixo, ela precisa preencher um formulário onde detalha o projeto, que vai ser analisado pela secretaria de Desenvolvimento Econômico da cidade e receber uma pontuação. Se o projeto for classificado, ele será submetido à análise do Conselho do Fundo. Se aprovado pelo Conselho, receberá a área para se instalar no distrito industrial.
O secretário de Desenvolvimento Econômico da cidade, Gabriel Quintão, explica que a prefeitura não faz a doação de área, mas apenas a cessão do direito de uso. Se a empresa porventura fechar as portas ou desejar encerrar a produção em São Gonçalo do Rio Abaixo, a área, bem como as benfeitorias que a empresa tiver construído para se instalar, como galpões, retornam ao município, que poderá cedê-las a outra empresa.
Diversificação da economia
A intenção, segundo o prefeito de São Gonçalo, Raimundo Nonato de Barcelos (Nozinho), é, com os recursos da CFEM, investir na diversificação econômica do município, de tal forma que, ao final da vida útil da mina, a cidade se mantenha sustentável, do ponto de vista econômico.
“O Senai Lab é mais do que um espaço moderno, é um convite para que nossos jovens, trabalhadores e empreendedores construam oportunidades aqui. Estamos diversificando nossa economia com responsabilidade e preparando nossa população para os desafios do amanhã,” afirmou o prefeito. Segundo ele, o planejamento do futuro da cidade é um projeto que começou a ser implementado no exato momento em que a mina entrou em operação. A unidade funciona há 15 anos na cidade.
Em sua fala, Fernando Coura destacou a importância das instalações que estavam sendo inauguradas, pelo impulso que darão à melhoria da qualificação dos jovens da região. Dessa forma, a nova unidade irá, segundo Coura, contribuir para que a indústria mineira cumpra sua missão de impulsionar o desenvolvimento econômico da região e do país. “Daqui dessa casa sairão os jovens que farão o Brasil do futuro”, afirmou o engenheiro.